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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

A Grande Família

Vou começar, explicando o título da postagem: A Grande Família. Por que esse título? Assim, como na trama da televisão, acredito que todas as famílias possuem confusões, brigas e tudo o mais. A minha família não é diferente, tem seus mitos, tem os que tem seus papeis definidos e não os largam por nada, pois os outros membros não deixam.
A família que trato aqui, é a chamada família extensa. Ou seja, a parentada que a gente só vê em dia de festa e dia de velório. Eu, insistia que não fosse assim e ha cada, pelo menos 6 meses eu ia até outro estado para dar um "oi", sem data, sem nada. Sempre fui presente.
Sempre teve muito drama dentro da trama, mas nunca comigo. Eu observava, aconselhava, tentava apaziguar. Dessa vez, foi comigo. Ao contrário do que eu fazia, ninguém apaziguou. Pelo contrário, jogaram mais gasolina, depois que eu já havia partido. Brigaram comigo na minha ausência.
Como se defender num caso de briga na sua ausência? É totalmente impossível! Pois, se a pessoa não fala pra você, não tem como responder. Ou seja, estou morta pra eles e eles morreram pra mim.
Sabe o que é pior? Eu nunca ofendi ninguém, mas estou sendo xingada de sabe-se lá o que (não sei, não estou lá). 
Aqui vai um conselho: Se alguém brigar com você, na sua ausência, é sinal de que não tem coragem de falar na sua cara. Simplesmente, ignore e siga em frente. É o que irei fazer.
Sobre o bafafá, eu gosto mesmo é quando as pessoas perdem a linha, as máscaras caem e elas se mostram como são de verdade. Pena eu não estar lá pra saber o que estão falando.
Sabe aquela máxima de "Se não agrega, não me faz falta"? É bem isso mesmo. A verdade é que nunca agregaram nada, percebo que só eu ia até eles. Tenho uma sobrinha de 6 anos que nenhum deles conhece. Um primo lindo, fofo e doce de 1 ano que ninguém nunca viu, outra de 3 que é uma coisa fofa e alguns deles, também nunca colocaram os olhos nela.
Falta de interesse, se cura com ausência. Eu poderia muito bem fazer a "egipcia", fingir que nada aconteceu e aparecer por lá, quando fosse para um dos jogos das olimpíadas. Mas, sabe de uma coisa? Eu não sou do Egito. 


domingo, 23 de agosto de 2015

Pais ou súditos?

Está na moda a monarquia. Ninguém mais se contenta em ter bebês, as pessoas estão com mania de grandeza, querem parir príncipes e princesas!
Quando se trata alguém como se fosse o futuro "rei" da casa, da vida dos pais, qual é o resultado? Como dar limites ao dono do castelo? Qual o impacto disso na vida da família?
A razão dessas indagações, surgiu depois que fui a um Stand Up maravilhoso no Teatro do Corinthians na última sexta-feira e ví uma criança de 2 ou 3 anos na platéia. Me perguntei o que diabos aquela garotinha estava fazendo ali? Pra quem não sabe, num espetáculo de Stand Up Comedy, os comediantes fazem piadas com fatos cotidianos e isso inclui muitos palavrões, claro, é espetáculo para adultos!
Normalmente os príncipes e as princesas escolhem os programas da família inteira, escolhem até o que irão comer ou quando vencidos (ou após muita negociação), acabam fazendo favor aos pais e vão a espetáculos que não são indicados para sua faixa etária terminam por ocasionar estas cenas grotescas, imaginem só o cara contando cenas de sexo detalhadamente e a criancinha na segunda fileira olhando pro cara e perguntando pra mãe: O que é piroca? O que é buceta? O que que pariu? Mamãe, o que é boquete do exorcista?
O Stand Up está na moda, paralelamente à 'pseudo-monarquia' e é bom avisar: NÃO LEVEM CRIANÇAS! Utilizem o Stand Up como uma carta de alforria, para algumas vezes por mês, se livrarem da Galinha Pintadinha, da Dora Aventureira e do Ben 10. Pais e mães, se permitam serem adultos pelo menos de vez em quando! Vocês não são súditos, são pais!

sábado, 26 de abril de 2014

Expressar-se

Essa semana ouvi de um dos professores que os que tiveram as melhores notas, são os que se expressam melhor. Entre esses alunos super expressivos estava eu.
Não sei se me comunico tão bem assim, mas talvez meus treinos nos meus blogs tenha me ajudado. A justificativa do professor, foi a de que precisamos saber nos comunicar bem para escrever nos prontuários, mas isso não se confirma na prática, visto que peguei um prontuário para fazer um estudo de caso, no qual a estagiária colocava 'mais' no lugar do 'mas'. Enfim... ela conseguiu passar, né?
Bom, mas isso foi só o começo da postagem, pra disfarçar o real teor para que apenas meus fiéis leitores saibam o que quero dizer nessa noite, madrugada, que seja.
Depois de um combo de 2 ansiolíticos naturais e 1 Advil e 1 dose de licor de marula, ainda assim o sono não vem, nem o 2048 me ajuda a dormir.
Não adianta, quando a cabeça não deixa o corpo não dorme. É intrigante como alguém pode tirar nosso sono. Sabe quando você tem o pior ano de sua vida e acha que ao menos em um setor está tudo bem, mas de repente descobre que não é nada disso? Então, parece que o mundo vai desmoronar...
Só que daí você simplesmente tem vontade de pegar o mundo que já desmoronou mesmo e chutar ele pra bem longe! Já caiu, então que se foda né?
E por que então a falta do sono?
Isso... só meu querido Freud pra explicar. Preciso voltar pra terapia, só tenho medo de eu enxergar o que realmente não quero e jogar mesmo tudo pra puta que o pariu!
O pior ano da minha vida... 2014! Nem sei se saio viva dele, aliás nem quero!

quarta-feira, 26 de março de 2014

COMO A MEDICINA DA DOENÇA FUNCIONA



Aos 30 anos, você tem uma depressãozinha, uma tristeza meio persistente: prescreve-se FLUOXETINA.
A Fluoxetina dificulta seu sono. Então, prescreve-se CLONAZEPAM, o Rivotril da vida. O Clonazepam o deixa meio bobo ao acordar e reduz sua memória. Volta ao doutor.

Ele nota que você aumentou de peso. Aí, prescreve SIBUTRAMINA.
A Sibutramina o faz perder uns quilinhos, mas lhe dá uma taquicardia incômoda. Novo retorno ao doutor. Além da taquicardia, ele nota que você, além da “batedeira” no coração, também está com a pressão alta. Então, prescreve-lhe LOSARTANA e ATENOLOL, este último para reduzir sua taquicardia.

Você já está com 35 anos e toma: Fluoxetina, Clonazepam, Sibutramina, Losartana e Atenolol. E, aparentemente adequado, um “polivitamínicos” é prescrito. Como o doutor não entende nada de vitaminas e minerais, manda que você compre um “Polivitamínico de A a Z” da vida, que pra muito pouca coisa serve. Mas, na mídia, Luciano Huck disse que esse é ótimo. Você acreditou, e comprou. Lamento!

Já se vão R$ 350,00 por mês. Pode pesar no orçamento. O dinheiro a ser gasto em investimentos e lazer, escorre para o ralo da indústria farmacêutica. Você começa a ficar nervoso, preocupado e ansioso (apesar da Fluoxetina e do Clonazepam), pois as contas não batem no fim do mês. Começa a sentir dor de estômago e azia. Seu intestino fica “preso”. Vai a outro doutor. Prescrição: OMEPRAZOL + DOMPERIDONA + LAXANTE “NATURAL”.
Os sintomas somem, mas só os sintomas, apesar da “escangalhação” que virou sua flora intestinal. Outras queixas aparecem. Dentre elas, uma é particularmente perturbadora: aos 37 anos, apenas, você não tem mais potência sexual. Além de estar “brochando” com frequência, tem pouquíssimo esperma e a libido está embaixo dos pés.

Para o doutor da medicina da doença, isso não é problema. Até manda você escolher o remédio: SILDANAFIL, TADALAFIL, LODENAFIL ou VARDENAFIL, escolha por pim-pam-pum. Sua potência melhora, mas, como consequência, esses remédios dão uma tremenda dor de cabeça, palpitação, vermelhidão e coriza. Não há problema, o doutor aumenta a dose do ATENOLOL e passa uma NEOSALDINA para você tomar antes do sexo. Se precisar, instila um “remedinho” para seu corrimento nasal, que sobrecarrega seu coração.

Quando tudo parecia solucionado, aos 40 anos, você percebe que seus dentes estão apodrecendo e caindo. (entre nós, é o antidepressivo). Tome grana pra gastar com o dentista. Nessa mesma época, outra constatação: sua memória está falhando bem mais que o habitual. Mais uma vez, para seu doutor, isso não é problema: GINKGO BILOBA é prescrito.

Nos exames de rotina, sua glicose está em 110 e seu colesterol em 220. Nas costas da folha de receituário, o doutor prescreve METFORMINA + SINVASTATINA. “É para evitar Diabetes e Infarto”, diz o cuidador de sua saúde(?!).
Aos 40 e poucos anos, você já toma: FLUOXETINA, CLONAZEPAM, LOSARTANA, ATENOLOL, POLIVITAMÍNICO de A a Z, OMEPRAZOL, DOMPERIDONA, LAXANTE “NATURAL”, SILDENAFIL, VARDENAFIL, LODENAFIL ou TADALAFIL, NEOSALDINA (ou “Neusa”, como chamam), GINKGO BILOBA, METFORMINA e SINVASTATINA (convenhamos, isso está muito longe de ser saudável!). Mil reais por mês! E sem saúde!!!

Entretanto, você ainda continua deprimido, cansado e engordando. O doutor, de novo. Troca a Fluoxetina por DULOXETINA, um antidepressivo “mais moderno”. Após dois meses você se sente melhor (ou um pouco “menos ruim”). Porém, outro contratempo surge: o novo antidepressivo o faz urinar demoradamente e com jato fraco. Passa a ser necessário levantar duas vezes à noite para mijar. Lá se foi seu sono, seu descanso extremamente necessário para sua saúde. Mas isso é fácil para seu doutor: ele prescreve TANSULOSINA, para ajudar na micção, o ato de urinar. Você melhora, realmente, contudo... não ejacula mais. Não sai nada!

Vou parar por aqui. É deprimente. Isso não é medicina. Isso não é saúde.

Essa história termina com uma situação cada vez mais comum: a DERROCADA EM BLOCO da sua saúde. Você está obeso, sem disposição, com sofrível ereção e memória e concentração deficientes. Diabético, hipertenso e com suspeita de câncer. Dentes: nem vou falar. O peso elevado arrebentou seu joelho (um doutor cogitou até colocar uma prótese). Surge na sua cabeça a ideia maluca de procurar um CIRURGIÃO BARIÁTRICO, para “reduzir seu estômago” e um PSICOTERAPEUTA para cuidar de seu juízo destrambelhado é aconselhado.

Sem grana, triste, ansioso, deprimido, pensando em dar fim à sua minguada vida e... DOENTE, muito doente! Apesar dos “remédios” (ou por causa deles!!).

A indústria farmacêutica? “Vai bem, obrigado!”, mais ainda com sua valiosa contribuição por anos ou décadas. E o seu doutor? “Bem, obrigado!”, graças à sua doença (ou à doença plantada passo-a-passo em sua vida).

Fonte: Carlos Bayma Med

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Final de semestre

Final de semestre é sempre a mesma coisa, tem nego querendo fazer despacho na encruzilhada, tem outros que dão presente pro professor, outros ameaçam de morte, outros simplesmente desistem de tudo e vão fazer o que sabem fazer de melhor: Correr pro colinho da mamãe e chorar até desidratar!
Eu, como não sou dessas já passei em todas as matérias e estou feliz e contente, com meus pés para o alto e sem a menor preocupação no momento, a não ser qual será o cardápio da minha ceia de ano novo no camping! Sei que é cruel ficar postando nota e tudo o mais, mas mais cruel ainda é ter tido um grupinho sem vergonha que só se escorou e eu ter perdido tanto tempo para fazer partes dos trabalhos que nem me caberiam fazer. O que me consola é que eu passei, elas não!
Como eu sempre digo... uma hora a verdade aparece!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Amigas?

Ontem, durante a monitoria de informática com os jovens vi uma cena que me remeteu há tempos antigos. Uma das garotas do curso me chamou 'tia, olha aqui fiz burrice e estraguei tudo' eu disse 'que nada, só vir aqui e pronto!'. Logo ela chamou novamente 'tiaaaaa, olha, de novo!' a garota ao lado disse 'é você que é muito burra mesmo!'. De novo ela 'tiaaaaaa, sou muito burra! Não sei fazer isso!' eu, como boa estudante de Psicologia que sou disse: 'que isso? Você não é burra coisa nenhuma e não deixe ninguém assim com você!' a 'amiga' disse 'ela é burra mesmo!' eu falei 'você é amiga dela?' ela disse 'sou!' eu falei pra outra 'olha... você precisa rever suas amizades, hein!'.
Foi aí então que me lembrei da minha adolescência, eu também tinha umas colegas dessas. Mas, como eu sempre fui muito segura, sempre tive uma auto-estima muito boa eu acabava por não ligar muito pro que elas diziam. Elas tinham inveja da minha auto-estima, pois passei pela adolescência sem ter vergonha do meu corpo nem do meu cabelo nem de nada. Por conta disso, elas ficavam chateadas e tentavam me diminuir.
Sempre fui a mais alta, meu cabelo era o mais bonito, ainda por cima por não ter nenhum tipo de complexo com meu próprio corpo eu não me escondia, tanto quanto elas.
Lembro bem delas dizendo que eu era uma girafa, que eu andava como um robôzinho, bla bla bla... eu nem ligava, saia da escola, pegava minha bicicleta e ia pros meus cursos de dança, teatro, grafite. Sim, eu era meio molecona e levei minha infância até bem depois das 'mocinhas', andava de meia-calça rosa e fita no cabelo até uns 12 anos de idade. Nunca quis saber de nada além disso, achava bonito andar como criança, que era o que eu era mesmo!
O que houve com as colegas? Uma engravidou aos 17 anos de idade, passou boa parte da adolescência trocando fraldas e cheirando a hipoglós. Das outras eu nem sei...
Conselho grátis: Livre-se de quem te puxa pra baixo! Aproveite seu corpo, use-o para ser feliz e não para deixar os OUTROS felizes, caminhe, ande de bicicleta, nade, pule na piscina enquanto há vida!
Amigo de verdade não te diminui, ele te cobra o melhor e te manda pra frente sempre!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Pés grandes - Transforme sua ankle boot em open boot sem medo!

Viu aquele calçado, ficou um mês namorando e ficou mega feliz quando chegou, mas ele aperta seu dedão?
Tentou todas as maneiras para alargar e nada funcionou? Não se apegue ao modelo original, crie uma open boot ou peep toe sem medo!
O modelo original era assim:
Linda, não é mesmo? Também achei... foi uma pena ela apertar tanto meu dedão. Então eu, como pessoa muito criativa que sou, respirei fundo, peguei uma tesoura e arranquei a parte que machucava!
Eis aqui minha nova open boot! 
Claro não cortei na 'louca', eu fiz uma demarcação com fita isolante para os dois pés ficarem iguais e em seguida meti a tesoura de pontinha fininha, sem dó! 
Essa daí eu comprei num site bacana, chamado Posthaus! Paguei a bagatela de 30 continhos, por isso a falta de dó pra cortar! Mandem bala!!! Chega de sofrer!