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sábado, 21 de junho de 2008

Vamos escrever um livro?

Meu dom é totalmente dispensavel, merece um livro.
Vou começar a escrever de dedicar a todos o que fizeram ele ser possível.
Só penso se deveria escrevem em terceira pessoa, fazer parecer uma estórinha,
ou escrever como é na realidade.
Meu dom é como o toque de um tal de Midas.
Midas tocava, virava ouro, sou a mesma coisa!
Essa história é a do Renegado. Vou colocar apelidos, senão é mancada.
Tudo que passa por mim, pouco tempo depois fica interessante a outro alguém.
Teve um garoto muito lindo, inteligente, legal que conheci... era apaixonado pela ex-namorada que por sua vez também era linda e gente fina. Mas, se utilizava de uma pratica muito conhecida e muito comum chamada: Seu corpo está livre, mas sua alma me pertence...
Enfim, ela apesar de não querer saber mais dele, ainda ligava constantemente, o que o fazia sofrer por deixar aquela esperança, aquele sentimento de que um dia quem sabe os dois poderiam se entender e voltar a namorar, e bla bla bla...
Quando conheci essa pessoa maravilhosa, carismática ao extremo, conheci também a ex namorada que por sinal também é uma graça de pessoa, minha amiga inclusive.
Conheci o garoto pela internet, papo vai, papo vem, marcamos um encontro na pista de patins...
eu achava ele perfeito, de fato o acho até hoje... enfim... de tanto ouvir falar da 'maléfica' ex namorada, resolvi enfim ajudar o garoto... dar uns conselhos...
Falei pra ele que ele deveria resolver a vida dele, pois estava deixando de viver várias coisas bacanas, por conta daquele sentimento ruim, aquela condição que ele se encontrava, a alma presa naquela garota que nao queria de fato mais nada com ele, ela na verdade só desejava saber no fundo do peito que ele nunca sairia dali... fizesse o que fosse, ele continuaria do outro lado da linha pronto para atender, ouvir, conversar. Quando se namora muito tempo com alguém se tem esse sentimento no início, falta de conversar mesmo!
Enfim... de tanto eu falar, insistir lá foi ele... patinando de costas, ela para a frente... uma, duas... nem sei quantas voltas deram, ele se resolveu. Falou tudo o que sentia, como ela fazia mal em ligar para ele, pediu que nao ligasse mais, ele ainda gostava, mas sabia que nao tinha mais jeito.
Pensei 'Opa, agora sim!'. Me chamou de anjo da guarda e tudo!
Fomos ao cinema. Assistimos um filme que não me lembro o nome agora, enquanto subiam as letrinhas ele me deu um beijo, muito bom, talz...
Eu que continuava o achando perfeito... descobri que ele estava ficando com uma garota. Dei mais uns conselhos... Pedi que ele a respeitasse, que investisse nela, pois não se almoça com qualquer um no dia dos namorados, ela deveria ser especial para ele, usei a famosa frase dita por mim mesma mais que o necessário: "Não se preocupe comigo!".
"Olha, agora que você resolveu o que te afligia, comece a levar o que realmente importa à frente, não se preocupe comigo, acho você o cara mais perfeito do mundo, porém você tem alguém que gosta de você, acho que deveria investir, seja feliz, meu amigo... não tenha medo!"
Ele agradeceu, começou a namorar com a mesma garota, vai se casar em breve!
Que sejam felizes!
Nunca mais o ví, só quero que seja feliz. Não esqueço da frase que me disse tempos depois: "Apenas segui teu conselho, o de ser feliz. Estou feliz agora!"
Esse foi um dos casos, que na minha opinião merecem atenção.
Conclusão pessoal: Ajude a próxima e se fodaaaaaaaa! Continue na solidão!
Ainda bem que sou forte de verdade.
Forte, brava, nervosa... infelizmente mais amiga do que deveria.