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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Os 7 pecados capitais

Os 7 pecados capitais foram inventados para controlar todos os cristãos. Alguns deles servem apenas para ceifar alguns desejos do ser humano e é uma ótima forma que a igreja católica encontrou para dominar e controlar todos os devotos.
Dizem que Avareza é pecado, qual o erro em ser uma pessoa mão de vaca, econômica? Uma pessoa assim, não pagaria dízimo...
Gula seria pecado, complementa a Avareza. Se alguém investe muito no seu próprio sustento, se se deleitar e comer muito do bom e do melhor, não sobrará muito mesmo para 'ofertar' à igreja...
Vaidade. Qual o interesse dos 'patrões' do clero, em que as pessoas gastem consigo mesmas em boas roupas, acessórios, chapéus? Melhor mesmo é dizer logo que não se deve sequer se depilar, assim não se gasta em salões de beleza! Alguém mais já percebeu que somente as mulheres são privadas em algumas igrejas? Porque os homens se barbeiam de graça em seus próprios banheiros, ora!
Inveja. Essa é uma das regras que mais se assemelham aos ensinamentos da Opus Dei. Se você nasceu de um pai que era faxineiro, você será faxineiro, deve fazer seu trabalho da melhor forma possível, e nem pense em almejar um cargo superior, isso é inveja!
Luxúria. Esse é o pecado mais ridículo de todos, é hipócrita e sem sentido nenhum. Em um meio onde os padres fazem voto de celibato, mas estupram crianças... melhor nem comentar.
Preguiça. Qual o pecado aqui? Alguém aí já viu alguma freira ou padre erguendo paredes? Eles trabalham, por acaso? Ah tá... só perguntei por perguntar...
Por último, mas não menos importante o meu preferido, a Ira!!! Com tantos cabrestos impostos, não poderiam deixar a Ira de fora, então, nem pense em se revoltar e ficar irado, pois também é pecado! Esse é o mais hipócrita dos pecados, num mundo onde se travam guerras por religião, por um pouco de petróleo, porque sua cor é diferente da minha, porque seu Deus é diferente do meu... a Ira come solta e sempre comerá, enquanto houver religião, enquanto houver hipocrisia, enquanto todos não perceberem que por baixo da pele colorida, dos cabelos diferentes, das crenças, existe a mesma matéria de carne e ossos e que no final das contas, não somos nada, não somos maiores do que o outro cara que crê no invisível, ninguém é melhor do que eu e eu não sou melhor do que ninguém. Todos somos iguais e temos opções de crenças diferentes e isso não faz com que alguém seja maior.